<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" xmlns:g-custom="http://base.google.com/cns/1.0" xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" version="2.0">
  <channel>
    <title>geobiogas</title>
    <link>https://www.geobiogas.tech</link>
    <description />
    <atom:link href="https://www.geobiogas.tech/feed/rss2" type="application/rss+xml" rel="self" />
    <item>
      <title>Geo divulga Relatório de Sustentabilidade 2024/2025 e reforça liderança em biometano</title>
      <link>https://www.geobiogas.tech/geo-divulga-relatorio-de-sustentabilidade-2024-2025-e-reforca-lideranca-em-biometano</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Documento reúne dois anos de indicadores ESG e detalha os avanços da companhia em biogás, biometano e combustíveis avançados no Brasil.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A Geo bio gas&amp;amp;carbon (Geo), plataforma de tecnologia dedicada à produção de biogás, biometano e combustíveis avançados a partir de resíduos agroindustriais, divulga o Relatório de Sustentabilidade 2024/2025. Diferentemente do ciclo anterior, publicado em formato de Sumário Executivo, este é o primeiro relatório bianual da Geo a apresentar o detalhamento integral dos indicadores GRI (Global Reporting Initiative), cobrindo o biênio de 1º de janeiro de 2024 a 31 de dezembro de 2025. O documento reforça o papel da companhia na consolidação do biometano e do Combustível Sustentável de Aviação (SAF) como rotas estratégicas para a descarbonização no Brasil.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Seis plantas em operação impulsionam a produção de biogás e biometano
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           No período, a Geo consolidou a operação de seis plantas — Geo Elétrica Tamboara, CriGeo Biogás, Cocal Narandiba, Cocal Paraguaçu, Raízen Bonfim e Raízen Costa Pinto —, formando o que a companhia descreve como uma solução end-to-end para o setor, da ciência da matéria-prima à distribuição integrada de biometano.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A soma das produções de Geo Elétrica Tamboara, CriGeo Biogás e Cocal alcançou 45 milhões de Nm³ de biogás, 11 milhões de Nm³ de biometano e 27 mil MWh de energia elétrica no período. A unidade Cocal Paraguaçu Paulista entrou em operação ao final de 2025, com capacidade instalada de 60 mil Nm³/dia de biometano.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Como marco regulatório, Geo Elétrica Tamboara e CriGeo Biogás receberam da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) autorização para produção de biometano — 31.200 Nm³/dia e 23.693 Nm³/dia, respectivamente.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Descarbonização: mais de 152 mil toneladas de CO2 evitadas no biênio
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           De acordo com o relatório, as plantas Geo Tamboara, CriGeo Biogás e Cocal evitaram a emissão de pelo menos 152 mil toneladas de CO2 equivalente no período — volume equivalente à substituição do consumo de 76 milhões de m³ de gás natural.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em dezembro de 2025, a unidade CriGeo Biogás obteve a certificação ISO 14001, reconhecimento externo à maturidade de seus processos de controle ambiental. A unidade também iniciou a produção de CO2 liquefeito, ampliando o modelo de economia circular da companhia ao transformar um subproduto do processo de upgrade do biogás em insumo industrial de origem biogênica.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Rota tecnológica para o SAF ganha tração e reconhecimento nacional
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Durante o biênio, a Geo avançou na consolidação de sua posição estratégica no mercado de Combustível Sustentável de Aviação (SAF). Em parceria com a Universidade Estadual de Maringá (UEM), a companhia realizou ensaios laboratoriais na reforma do biogás e na síntese de Fischer-Tropsch, que resultaram em dois artigos científicos comprovando a viabilidade técnica da produção de querosene de aviação sustentável a partir de fontes renováveis.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A Geo também contribuiu para a inclusão da torta de filtro e da vinhaça na lista positiva do CORSIA, da Organização de Aviação Civil Internacional (OACI), reconhecendo esses resíduos como insumos elegíveis para a descarbonização da aviação. Além disso, firmou parceria com a Syzygy Plasmonics para desenvolver projetos no Brasil com potencial de produzir 500 milhões de litros de SAF por ano.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Entre os reconhecimentos do período, a companhia venceu o Prêmio Finep de Inovação – Região Sul, conhecido como "Oscar da Inovação", na categoria Bioeconomia, Descarbonização, Transição e Segurança Energética, com o projeto de produção de SAF a partir de resíduos. O projeto Geo SAF também foi incluído na carteira nacional do Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC), e o case "Tokenized Green Bonds for SAF" foi publicado na COP 30.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Esses avanços ocorrem em um momento histórico para o setor: em 2025, entraram em vigor o Certificado de Garantia de Origem do Biometano (CGOB) e o Certificado de Sustentabilidade de Combustível Sustentável de Aviação (CS-SAF), marcos regulatórios decorrentes da Política do Combustível do Futuro, sancionada em 2024.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Governança, certificações e transparência ESG
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em 2025, a Geo aderiu ao Movimento Transparência 100%, iniciativa da Rede Brasil do Pacto Global da ONU, e concluiu duas entregas: a Meta 1, de transparência total da estrutura de Compliance e Governança, e a Meta 5, de transparência sobre os canais de denúncia. No mesmo ano, a companhia estruturou o Programa de Compliance Geo, com seis políticas orientativas voltadas à prevenção, detecção e remediação de riscos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A companhia segue gerenciando certificações nacionais e internacionais — RenovaBio, ISCC e RSB — e desenvolveu uma metodologia própria de Análise de Ciclo de Vida (ACV) para o ecossistema do biogás e seus derivados, ampliando a rastreabilidade da pegada de carbono de seus produtos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Impacto social e desenvolvimento de pessoas
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ao final de 2025, a Geo contava com 157 colaboradores, ante 171 em 2024 e 132 em 2023. As mulheres ocupavam 32% dos cargos de liderança no período, ante 35% em 2024.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em 2025, a companhia lançou o Comitê das Mulheres, voltado ao fortalecimento de uma cultura organizacional mais inclusiva e equitativa. No mesmo ano, iniciou-se o projeto "Meninas e Mulheres nas Ciências Exatas", desenvolvido em parceria com o CNPq, o Ministério das Mulheres e o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), que selecionou 40 alunas de escolas públicas de Londrina e Paranavaí para um programa de três anos — marcando, segundo o relatório, a primeira iniciativa de impacto social direto da companhia.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           "Seguimos em constante evolução para desfossilizar o planeta"
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           "Chegamos ao fim de 2025 com importantes avanços na direção dos nossos objetivos", afirma José Arimatéia de Angelo Calsaverini, CEO da Geo bio gas&amp;amp;carbon. Segundo o executivo, os últimos dois anos marcaram a passagem de diretrizes institucionais para indicadores de sustentabilidade integrados ao core business, com 2025 consolidando "um modelo de governança robusto, capaz de viabilizar metas ambiciosas".
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           [INSERIR CITAÇÃO ADICIONAL DE PORTA-VOZ, SE HOUVER — por exemplo, um representante das áreas Regulatório &amp;amp; Sustentabilidade ou Comercial, com foco no significado do relatório para parceiros e investidores]
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O Relatório de Sustentabilidade 2024/2025 completo, com o detalhamento integral dos indicadores GRI, está disponível para consulta:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;a href="https://indd.adobe.com/view/04433997-a1f2-4b96-8ad7-a3cca3ff5d4a" target="_blank"&gt;&#xD;
        
            Acesse o relatório completo (PT)
           &#xD;
      &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;a href="https://indd.adobe.com/view/8802ee4d-7835-4901-8c28-780de313b15b" target="_blank"&gt;&#xD;
        
            Acesse o relatório completo (EN)
           &#xD;
      &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/21a24f49/dms3rep/multi/RS_capa_op%C3%A7%C3%A3o_03-828f8655.png" length="5264083" type="image/png" />
      <pubDate>Wed, 29 Jul 2026 17:46:32 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.geobiogas.tech/geo-divulga-relatorio-de-sustentabilidade-2024-2025-e-reforca-lideranca-em-biometano</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/21a24f49/dms3rep/multi/RS_capa_op%C3%A7%C3%A3o_03-828f8655.png">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/21a24f49/dms3rep/multi/RS_capa_op%C3%A7%C3%A3o_03-828f8655.png">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Geo bio gas&amp;carbon firma acordo com a Syzygy Plasmonics para produzir combustível sustentável de aviação a partir de biogás</title>
      <link>https://www.geobiogas.tech/geo-bio-gas-carbon-firma-acordo-com-a-syzygy-plasmonics-para-produzir-combustivel-sustentavel-de-aviacao-a-partir-de-biogas</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Memorando de Entendimento entre as duas companhias projeta transformar o biogás gerado a partir de resíduos da cana-de-açúcar em SAF, com potencial de alcançar 525 mil toneladas por ano em escala final.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           São Paulo, SP (março de 2026)
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           — A Geo bio gas&amp;amp;carbon, maior desenvolvedora e operadora de projetos de biogás a partir de resíduos agroindustriais do setor sucroenergético brasileiro, anunciou um Memorando de Entendimento (MOU) com a Syzygy Plasmonics, companhia norte-americana referência em tecnologia de reatores químicos fotocatalíticos. O acordo tem como objetivo desenvolver, em escala comercial, projetos de Combustível Sustentável de Aviação (SAF) no Brasil a partir do biogás derivado de resíduos da cana-de-açúcar e do etanol.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A parceria integra a expansão internacional da plataforma NovaSAF™, da Syzygy, e representa um passo relevante para consolidar o Brasil como polo de produção de combustíveis avançados a partir de carbono biogênico.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Tecnologia e escala do projeto de biogás e biometano
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O acordo combina a expertise da Geo na operação de ativos de biogás com a tecnologia proprietária e eletrificada GHG e-Reforming™, desenvolvida pela Syzygy, capaz de converter o biogás em SAF e outros combustíveis de baixo carbono.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           As primeiras unidades do projeto têm capacidade prevista de até 100 mil toneladas de SAF por ano. Em uma visão de escala final, o conjunto de plantas pode superar 525 mil toneladas anuais, a partir da rede de instalações já existentes e planejadas da Geo distribuídas pelo território brasileiro.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Um modelo de portfólio para acelerar a descarbonização do setor de aviação
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Diferentemente de acordos tradicionais voltados a um único ativo, o MOU firmado entre Geo e Syzygy adota uma abordagem de portfólio: as empresas vão identificar, em conjunto, sites de biogás e desenvolver múltiplas plantas de SAF em escala comercial a partir da rede da Geo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O modelo reforça o papel do Brasil como um dos principais polos de carbono biogênico do mundo, em escala compatível com as metas globais de transição energética, e posiciona as duas companhias para atender à crescente demanda por SAF, impulsionada por exigências regulatórias de mistura de combustíveis sustentáveis.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Esta é a mais recente de uma série de parcerias internacionais da Syzygy voltadas a destravar recursos de biogás hoje pouco aproveitados, que já incluem acordos nos Estados Unidos, na República Dominicana, na Europa e no México — reforçando o protagonismo da Geo dentro do movimento global de descarbonização baseado em resíduos agroindustriais.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           O que a parceria representa para o mercado de SAF e ESG no Brasil
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Para a Geo, o acordo reafirma sua estratégia de fornecer carbono biogênico como matéria-prima para combustíveis de baixo carbono, incluindo SAF e metanol, ampliando sua atuação para além da geração de biogás, biometano e energia renovável.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Trata-se de mais um passo da companhia na consolidação de sua posição estratégica na transição energética brasileira, conectando ativos do setor sucroenergético a cadeias globais de descarbonização e economia circular.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           "Esta parceria com a Geo, somada ao nosso crescente portfólio de projetos ao redor do mundo, demonstra que estamos construindo as bases para nos tornarmos um grande fornecedor da indústria de SAF. O caminho da aviação rumo ao net-zero depende da nossa capacidade de transformar matérias-primas diversas e muitas vezes negligenciadas em combustível de alto valor, em escala industrial. Ao firmar parceria com a Geo, estamos mostrando à indústria da aviação que o biogás hoje desperdiçado é uma matéria-prima abundante e ainda pouco explorada, capaz de reformular a produção global de SAF"
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , afirma Trevor Best, CEO da Syzygy Plasmonics.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/21a24f49/dms3rep/multi/Foto_b.png" length="740772" type="image/png" />
      <pubDate>Tue, 21 Jul 2026 12:44:59 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.geobiogas.tech/geo-bio-gas-carbon-firma-acordo-com-a-syzygy-plasmonics-para-produzir-combustivel-sustentavel-de-aviacao-a-partir-de-biogas</guid>
      <g-custom:tags type="string">negocios</g-custom:tags>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/21a24f49/dms3rep/multi/Foto_a-2ed5b047.png">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/21a24f49/dms3rep/multi/Foto_b.png">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>GEOMIT e CMAA assinam MoU para desenvolver projetos de biogás e biometano a partir de resíduos de cana-de-açúcar</title>
      <link>https://www.geobiogas.tech/geomit-e-cmaa-assinam-mou</link>
      <description>A GEOMIT e a Companhia Mineira de Açúcar e Álcool (CMAA) assinaram um Memorando de Entendimento (MOU) para desenvolver conjuntamente projetos de biogás e biometano em escala comercial a partir de resíduos da cana-de-açúcar.</description>
      <content:encoded>&lt;h3&gt;&#xD;
  
         GEOMIT e CMAA assinam MOU para desenvolver projetos de biogás e biometano a partir de resíduos de cana-de-açúcar
        &#xD;
&lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;font&gt;&#xD;
    
          A GEOMIT e a Companhia Mineira de Açúcar e Álcool (CMAA) assinaram um Memorando de Entendimento (MOU) para desenvolver conjuntamente projetos de biogás e biometano em escala comercial a partir de resíduos da cana-de-açúcar, iniciando pelo Projeto Vale do Tijuco, localizado na região do Triângulo Mineiro, em Minas Gerais. A iniciativa tem como objetivo fornecer gás natural competitivo e de baixo carbono para indústrias locais e para o setor de transportes, contribuindo para a transição energética do Brasil.
         &#xD;
  &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font color="#000000"&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
            A CMAA é uma empresa brasileira de agronegócio de destaque, especializada na produção de açúcar, etanol e bioeletricidade. Com operações concentradas na região do Triângulo Mineiro, a CMAA tem capacidade de processar mais de 10 milhões de toneladas de cana-de-açúcar por ano, sendo uma referência na bioeconomia do país.
           &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
            A GEOMIT é uma joint venture criada em abril de 2024 entre a Mitsui Gás e Energia do Brasil (Mitsui Gás) e a Geo bio gas&amp;amp;carbon (Geo). A GEOMIT combina a ampla presença da Mitsui Gás na infraestrutura de gás do Brasil — como acionista direta e indireta de 13 distribuidoras locais de gás canalizado — com as tecnologias proprietárias e inovadoras de biogás da Geo, desenvolvidas para converter de forma eficiente resíduos sólidos e líquidos do agronegócio em biometano de alta qualidade.
           &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
            Essa colaboração será focada na valorização de resíduos orgânicos como vinhaça, torta de filtro e bagaço, transformando-os em energia limpa por meio de um processo de digestão anaeróbia avançado e sustentável. O biometano resultante ajudará a diversificar a matriz energética de Minas Gerais, reduzir as emissões de gases de efeito estufa e apoiar o crescimento sustentável do setor agroindustrial brasileiro.
           &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
            O MOU representa um compromisso conjunto com a promoção da economia circular, a geração de empregos locais e a ampliação das soluções de gás renovável nas principais regiões produtoras de cana-de-açúcar do Brasil.
           &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
            Para mais informações, entre em contato:
           &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
            GEOMIT
           &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
            Email: ruy.barata@agenciafr.com.br
           &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
            Telefone: +55 11 97108-0988
           &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
            CMAA
           &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
            Email: Isabella.magri@cmaa.ind.br
           &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
            Phone: +55 34 9830-3248
           &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/21a24f49/dms3rep/multi/pexels-photo-261679.jpeg" length="195043" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Wed, 23 Apr 2025 14:00:03 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.geobiogas.tech/geomit-e-cmaa-assinam-mou</guid>
      <g-custom:tags type="string">negocios</g-custom:tags>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/21a24f49/dms3rep/multi/pexels-photo-261679.jpeg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/21a24f49/dms3rep/multi/pexels-photo-261679.jpeg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Geo é reconhecida com prêmio MasterCana Award 2024</title>
      <link>https://www.geobiogas.tech/geo-e-reconhecida-com-premio-mastercana-award-2024</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;h3&gt;&#xD;
  
         Geo foi reconhecida com o MasterCana Award 2024 na categoria Technology of The Year.
        &#xD;
&lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em uma cerimônia de grande prestígio, a Geo Bio Gas &amp;amp; Carbon foi reconhecida no MasterCana Brasil &amp;amp; Award 2024, uma das premiações mais renomadas e respeitadas do setor sucroenergético. O evento, que celebra as inovações e conquistas do setor, reconheceu a Geo por seu trabalho pioneiro e comprometido com soluções sustentáveis no mercado de biogás e biometano. Maurício Baldi, Diretor de Sucro e Engenharia, e Renato Barnabé, Diretor Financeiro, representaram a empresa na premiação, recebendo o prêmio em nome de toda a equipe.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
            O MasterCana Brasil &amp;amp; Award é uma referência para o setor, premiando as empresas que se destacam pela excelência operacional, inovação tecnológica e contribuição significativa para o desenvolvimento do setor sucroenergético. A Geo Bio Gas &amp;amp; Carbon, especializada na produção de biogás e biometano, foi reconhecida por sua atuação estratégica, que não só impulsiona a sustentabilidade, mas também promove a evolução do mercado de energia renovável no Brasil.
           &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
            Este prêmio é um reflexo do compromisso contínuo da empresa com a sustentabilidade e a inovação. A Geo tem se destacado por investir em soluções tecnológicas de ponta, como o desenvolvimento de projetos inovadores para a produção de biogás e biometano a partir de resíduos orgânicos. Essas soluções não apenas contribuem para a descarbonização e redução de gases de efeito estufa, mas também estão revolucionando o setor energético, fornecendo alternativas mais limpas e eficientes de geração de energia.
           &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
            A importância desse reconhecimento vai além do prêmio em si, pois reforça o papel da Geo como uma das líderes no mercado de biocombustíveis e energia renovável no Brasil. O prêmio destaca o impacto positivo da empresa no setor, que é refletido em sua contribuição para a evolução do mercado de biogás e biometano, setores fundamentais para a transição energética do país.
           &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
            Com a crescente demanda por fontes de energia mais limpas e sustentáveis, a Geo tem se posicionado como um exemplo de como inovação, responsabilidade ambiental e compromisso com a qualidade podem gerar resultados excepcionais. O MasterCana Brasil &amp;amp; Award 2024 é a confirmação de que a Geo está no caminho certo, impulsionando mudanças significativas no setor e impactando positivamente a indústria de energia renovável.
           &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
            A Geo segue firme em sua missão de promover um futuro mais sustentável, com foco na transformação do mercado de biogás e biometano, e continuará trabalhando em novas soluções que contribuem para a descarbonização e para o desenvolvimento de tecnologias que beneficiem a sociedade e o meio ambiente. O prêmio é, sem dúvida, um marco importante na história da empresa, que segue sua trajetória de sucesso e crescimento, com o objetivo de se consolidar como referência mundial em energia limpa e renovável.
           &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/21a24f49/dms3rep/multi/Imagem+do+WhatsApp+de+2025-01-22+%C3%A0%28s%29+22.26.03_ce65c6b2.jpg" length="100474" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Tue, 22 Oct 2024 01:32:04 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.geobiogas.tech/geo-e-reconhecida-com-premio-mastercana-award-2024</guid>
      <g-custom:tags type="string">premio,eventos</g-custom:tags>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/21a24f49/dms3rep/multi/Imagem+do+WhatsApp+de+2025-01-22+%C3%A0%28s%29+22.26.03_ce65c6b2.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/21a24f49/dms3rep/multi/Imagem+do+WhatsApp+de+2025-01-22+%C3%A0%28s%29+22.26.03_ce65c6b2.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Lei que incentiva 'combustíveis do futuro' é sancionada com vetos  Fonte: Agência Senado</title>
      <link>https://www.geobiogas.tech/lei-que-incentiva-combustiveis-do-futuro-e-sancionada-com-vetos-fonte-agencia-senado</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;font color="#000000"&gt;&#xD;
    
          Foi sancionada pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, com vetos, a Lei 14.993, de 2024, que regulamenta e cria programas de incentivo à produção e ao uso de combustíveis sustentáveis, como o diesel verde e o biometano, conhecidos como combustíveis do futuro. A publicação consta na edição de quarta-feira (9) do Diário Oficial da União.
         &#xD;
  &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font color="#000000"&gt;&#xD;
      
           Entre outras medidas, a nova legislação também altera os percentuais de mistura de etanol na gasolina, que passará a ter um mínimo de 22% do biocombustível, podendo chegar a até 35%. O PL 528/2020, que originou a norma, foi aprovado no Senado em setembro, na forma de um substitutivo apresentado pelo relator, senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB).
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font color="#000000"&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font color="#000000"&gt;&#xD;
      
           Biodiesel
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font color="#000000"&gt;&#xD;
      
           De acordo com a lei, o novo percentual de mistura de etanol à gasolina será de 27%, com variação entre 22% e 35%. Atualmente, a mistura pode chegar a 27,5%, sendo, no mínimo, de 18% de etanol.
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font color="#000000"&gt;&#xD;
      
           O biodiesel poderá ser acrescentado ao diesel derivado de petróleo em um ponto percentual de mistura anualmente a partir de março de 2025 até atingir 20% em março de 2030. Caberá ao Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) definir o percentual da mistura, que poderá ficar entre 13% e 25%. Desde março deste ano, o biodiesel é misturado ao diesel de origem fóssil no percentual de 14%.  
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font color="#000000"&gt;&#xD;
      
           A adição voluntária de biodiesel em percentual superior ao fixado será permitida para transporte público, transporte ferroviário, navegação interior e marítima, frotas cativas, equipamentos e veículos usados em extração mineral e geração de energia elétrica, além de tratores e maquinários usados na agricultura. Mas a alteração deverá ser informada à Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). 
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font color="#000000"&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font color="#000000"&gt;&#xD;
      
           Dióxido de carbono
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font color="#000000"&gt;&#xD;
      
           Outra novidade em relação à matriz energética atual é que a ANP vai regular e fiscalizar os combustíveis sintéticos, produzidos a partir de rotas tecnológicas, a exemplo de processos termoquímicos e catalíticos, e que podem substituir parcial ou totalmente combustíveis de origem fóssil.
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font color="#000000"&gt;&#xD;
      
           O texto também incumbe a ANP de regular a atividade da indústria da estocagem geológica de dióxido de carbono e autoriza a Petrobras a atuar nas atividades relacionadas à movimentação e estocagem de dióxido de carbono, à de transição energética e à de economia de baixo carbono.
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font color="#000000"&gt;&#xD;
      
           Empresas autorizadas pelo poder público poderão realizar atividades de movimentação, captura e estocagem geológica de gás carbônico. A estocagem será exercida por meio de contrato de permissão por prazo de até 30 anos, renovável por igual período se cumpridas as condicionantes.
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font color="#000000"&gt;&#xD;
      
           As empresas que realizarem captura e estocagem geológica de gás carbônico deverão seguir diretrizes diversas, tais como:
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font color="#000000"&gt;&#xD;
      
           Segurança e eficácia do armazenamento;
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font color="#000000"&gt;&#xD;
      
           Suporte à realização de auditorias e fiscalização;
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font color="#000000"&gt;&#xD;
      
           Eficiência e sustentabilidade econômicas;
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font color="#000000"&gt;&#xD;
      
           Adoção de técnicas segundo melhores práticas da indústria e considerar as peculiaridades locais e regionais;
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font color="#000000"&gt;&#xD;
      
           Integração de infraestruturas, serviços e informações geológicas e geofísicas para a gestão eficiente dos recursos naturais envolvidos nessa atividade.
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font color="#000000"&gt;&#xD;
      
           Todas as atividades serão reguladas e fiscalizadas pela ANP, até mesmo o encerramento das atividades de injeção de dióxido de carbono e o monitoramento pós-fechamento do local.
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font color="#000000"&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font color="#000000"&gt;&#xD;
      
           Diesel verde
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font color="#000000"&gt;&#xD;
      
           Quanto ao Programa Nacional do Diesel Verde (PNDV), o CNPE fixará, a cada ano, a quantidade mínima de diesel verde a ser adicionado ao diesel vendido ao consumidor final. Para definir o volume mínimo na mistura, o conselho deverá analisar as condições de oferta de diesel verde, incluídas a disponibilidade de matéria-prima, a capacidade e a localização da produção, o impacto da participação mínima obrigatória no preço ao consumidor final, e a competitividade nos mercados internacionais do diesel verde produzido no Brasil.
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font color="#000000"&gt;&#xD;
      
           O diesel verde costuma ser confundido com o biodiesel, que também é um combustível limpo, mas com propriedades distintas. O biodiesel é um éster de ácidos graxos, obtido a partir da reação de óleos ou gorduras com um álcool. Já o diesel verde, apesar de também ser obtido a partir de óleos ou gorduras, é um hidrocarboneto parafínico produzido a partir de diversas rotas tecnológicas, como hidrotratamento de óleo vegetal e animal, e que pode ser utilizado em motores do ciclo diesel sem adaptações. O diesel verde ainda não é produzido no Brasil. A primeira biorrefinaria desse combustível está sendo construída em Manaus e tem previsão para início de operação em 2025.
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font color="#000000"&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font color="#000000"&gt;&#xD;
      
           Aviação
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font color="#000000"&gt;&#xD;
      
           Por meio do Programa Nacional de Combustível Sustentável de Aviação (Probioqav), a lei também incentiva a pesquisa, a produção e a adição no querosene das aeronaves do chamado combustível sustentável de aviação (SAF, na sigla em inglês).
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font color="#000000"&gt;&#xD;
      
           Em 2027 e 2028, as companhias aéreas deverão diminuir a emissão de gases do efeito estufa em no mínimo 1% ao ano. A partir de 2029, a meta de redução aumenta um ponto percentual anualmente até 2037, quando deverá atingir pelo menos 10%.
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font color="#000000"&gt;&#xD;
      
           A redução da emissão de gases de efeito estufa poderá ser feita por meio da mistura do SAF ao combustível regular da aviação ou por outros meios alternativos. A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) poderá dispensar da obrigação empresas sem acesso ao combustível sustentável nos aeroportos que operam.
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font color="#000000"&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font color="#000000"&gt;&#xD;
      
           Biometano
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font color="#000000"&gt;&#xD;
      
           O texto cria ainda o Programa Nacional de Descarbonização do Produtor e Importador de Gás Natural e de Incentivo ao Biometano, para incentivar a pesquisa, a produção, a comercialização e o uso do biometano e do biogás na matriz energética brasileira.
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font color="#000000"&gt;&#xD;
      
           O CNPE definirá metas anuais para redução da emissão de gases do efeito estufa pelo setor de gás natural por meio do uso do biometano. A meta entrará em vigor em janeiro de 2026, com valor inicial de 1% e não poderá ultrapassar 10%.
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font color="#000000"&gt;&#xD;
      
           A redução de emissões poderá ser comprovada pela compra ou utilização de biometano ou pela compra de um Certificado de Garantia de Origem de Biometano (CGOB), de livre negociação e emitido pelos produtores ou importadores desse produto.
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font color="#000000"&gt;&#xD;
      
           Companhias que não cumprirem a meta anual estão sujeitas ao pagamento de multa, que pode variar entre R$ 100 mil e R$ 50 milhões. Pequenos produtores e pequenos importadores de gás natural estão excluídos da obrigação.
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font color="#000000"&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font color="#000000"&gt;&#xD;
      
           Vetos
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font color="#000000"&gt;&#xD;
      
           O presidente Lula vetou os trechos que tratavam das diferenças entre critérios contábeis que poderiam impactar a arrecadação. Também foram retirados os artigos sobre a compra de biometano por comercializadores e importadores de gás natural e sobre a regulamentação de atividades de captura e armazenamento de dióxido de carbono.
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font color="#000000"&gt;&#xD;
      
           Um dos artigos vetados foi o 24, que tratava da forma de tributação do CGOB. O trecho dizia que eventuais diferenças decorrentes dos métodos e dos critérios contábeis previstos na legislação comercial em relação às situações estabelecidas na Lei dos Combustíveis do Futuro não teriam efeito na apuração de tributos federais.
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font color="#000000"&gt;&#xD;
      
           O veto se deu a partir do entendimento contrário dos ministérios da Fazenda e de Minas e Energia. Ambos afirmaram que o texto causaria insegurança jurídica pela sobreposição com o que está previsto na Lei 12.973, de 2014.
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font color="#000000"&gt;&#xD;
      
           Outros dois pontos vetados pelo presidente da República definiam diretrizes para a aquisição de biometano por comercializadores e importadores de gás natural para assegurar o cumprimento da adição de biometano ao gás natural, além da regulação e autorização das atividades relacionadas à captura e à estocagem geológica de dióxido de carbono.
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font color="#000000"&gt;&#xD;
      
           Agora, os vetos presidenciais serão enviados para a análise do Congresso Nacional. No Parlamento, os congressistas podem manter ou derrubar os vetos, com a manutenção do texto original aprovado anteriormente.
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font color="#000000"&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font color="#000000"&gt;&#xD;
      
           Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font color="#000000"&gt;&#xD;
      
           Fonte: Agência Senado
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/21a24f49/dms3rep/multi/imagem_materia.jpg" length="87456" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Thu, 10 Oct 2024 13:40:31 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.geobiogas.tech/lei-que-incentiva-combustiveis-do-futuro-e-sancionada-com-vetos-fonte-agencia-senado</guid>
      <g-custom:tags type="string">oculta</g-custom:tags>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/21a24f49/dms3rep/multi/imagem_materia.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/21a24f49/dms3rep/multi/imagem_materia.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Geo e GIZ firmam parceria para desenvolver SAF</title>
      <link>https://www.geobiogas.tech/geo-e-giz-firmaram-uma-parceria-para-desenvolver-saf</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;h3&gt;&#xD;
  
         Geo e GIZ firmam parceria para desenvolvendo a 1ª planta em escala comercial no país para produção de combustível sustentável de aviação (SAF) a partir de biogás.
        &#xD;
&lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A Geo bio gas&amp;amp;carbon, empresa pioneira no desenvolvimento da cadeia de biogás e biometano no Brasil, e a Cooperação Brasil-Alemanha para o Desenvolvimento Sustentável firmaram nessa terça-feira (8) uma parceria para o desenvolvimento da primeira planta no Brasil para produção de combustível de aviação sustentável (SAF, na sigla em inglês) a partir de biogás. O objetivo é desenvolver em escala comercial um modelo de produção sustentável e que utiliza resíduos de biomassa como fonte de carbono biogênico. O projeto envolve investimentos da ordem de 7,8 milhões de euros, dos quais 1,5 milhões de euros serão recursos do Ministério da Cooperação Econômica e Desenvolvimento (BMZ) da Alemanha, que serão implementados pela Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit (GIZ) GmbH, no âmbito do Programa develoPPP.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
            O acordo entre a Geo e a GIZ foi assinado no mesmo dia em que o governo brasileiro sancionou a lei que cria o Combustível do Futuro. O programa estabelece um novo marco regulatório para os biocombustíveis no Brasil e introduz o SAF na matriz energética brasileira.
           &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
            A unidade da planta piloto será instalada no interior de São Paulo, e conta também com financiamento da Finep (Financiadora de Estudos e Projetos). O projeto visa o inicio da produção de SAF já a partir de 2026. A produção em escala comercial esperada é de 750 litros/dia.
           &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
            A Geo e GIZ atuarão juntas no estabelecimento da cooperação internacional entre universidades e institutos de pesquisa brasileiros e alemães; na disseminação de conhecimento por meio de capacitação de profissionais; e no apoio à certificação da cadeia produtiva, desde sua origem, e à regulamentação do biocombustível no Brasil. Um das metas dessa parceria é compartilhar a experiência da planta com outras empresas e multiplicadores para a reprodução do projeto por outros investidores. 
           &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           "Com o Combustível do Futuro, o Brasil inova e dá um enorme passo na transição energética. A aviação é um dos setores onde o desafio da descarbonização é maior. O SAF produzido a partir do biogás advindo de resíduos de biomassa é uma rota sustentável, baseada na economia circular, que também é vista como vantajosa para o mercado externo. A Europa, especialmente, enxerga o SAF produzido a partir de resíduos como um combustível avançado. A parceria com a GIZ vem nesse sentido, de construirmos uma solução que atenda também às diretrizes do mercado europeu e possa servir de referência", afirma Alessandro Gardemann, Diretor da Geo. 
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
            Para a GIZ, “é muito gratificante fazer parte desse momento histórico”, afirma Markus Francke, Diretor do Cluster Energia e Transformação Urbana e do projeto H2 Brasil, da GIZ Brasil. “Esta noite e esta parceria marcam o primeiro grande encontro de pessoas chave desta indústria para celebrar uma ação real e concreta para a sustentabilidade e a descarbonização da aviação, capaz de gerar crescimento econômico, empregos e uma transição energética justa”, completa.
           &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
            De acordo com a Lei do Combustível do Futuro (Lei nº 14.993/2024), a partir de 2027, operadores aéreos serão obrigados a reduzir as emissões de gases do efeito estufa nos voos domésticos por meio do uso do SAF. As metas começam com 1% de redução e crescem gradativamente até atingir 10% em 2037.
           &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           No âmbito mundial, a Organização Internacional de Aviação Civil (ICAO, em inglês) estabeleceu três principais metas para o setor de aviação: melhoria anual de 2% na eficiência dos combustíveis até 2050; emissões líquidas de CO₂ até 2050; e Carbon Offsetting and Reduction Scheme for International Aviation (CORSIA), que visa um crescimento carbono neutro do setor a partir de 2020, exigindo que as companhias aéreas compensem o crescimento das emissões além desses níveis. A União Europeia (UE), através do pacote Fit for 55 e da iniciativa ReFuelEU Aviation, estabeleceu metas para reduzir as emissões líquidas em pelo menos 55% até 2030, em comparação com os níveis de 1990, e alcançar a neutralidade climática até 2050. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
            Sobre a Geo bio gas&amp;amp;carbon
           &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
            Fornecedora de plataforma de tecnologia, concentra-se no desenvolvimento da produção de hidrocarbonetos verdes. A companhia desenvolveu um processo proprietário único e inovador para produção de biogás a partir do reaproveitamento de resíduos sólidos e líquidos do agronegócio. Hoje, com 5 plantas operando nos estados do Paraná e São Paulo, a Geo já investiu mais de R$ 450 milhões na criação e instalação de projetos para produção de biogás. 
           &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
            Sobre a GIZ
           &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
            A Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit (GIZ) GmbH é uma empresa federal que atua em mais de 120 países. Ela apoia o governo da Alemanha na cooperação internacional para o desenvolvimento sustentável. No Brasil, atua, principalmente, com foco na proteção e uso sustentável da floresta tropical, no desenvolvimento socioeconômico, na promoção da educação profissional e de emprego, na transição justa nos setores de energias renováveis e transformação urbana. Em conjunto com seus parceiros brasileiros, a GIZ trabalha para desenvolver soluções eficazes e contribuir para a construção de um futuro mais justo e sustentável.
           &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
            Sobre o programa develoPPP
           &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
            O develoPPP é um programa de financiamento do Ministério da Cooperação Econômica e Desenvolvimento (BMZ) da Alemanha. Ele se destina a empresas que desejam investir de forma sustentável em um país em desenvolvimento ou emergente e expandir suas operações locais. Os pré-requisitos para o apoio são um interesse comercial de longo prazo no país e um benefício de desenvolvimento sustentável para a população local. Com o develoPPP Classic e o develoPPP Ventures, o programa oferece oportunidades de financiamento personalizadas para empresas já bem estabelecidas, bem como para aspirantes a start-ups. O develoPPP é implementado por dois parceiros experientes na Cooperação Alemã para o Desenvolvimento: DEG Impulse GmbH e Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit (GIZ) GmbH.
           &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/21a24f49/dms3rep/multi/1728502583371.jpeg" length="69077" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Tue, 08 Oct 2024 01:21:04 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.geobiogas.tech/geo-e-giz-firmaram-uma-parceria-para-desenvolver-saf</guid>
      <g-custom:tags type="string">SAF,negocios</g-custom:tags>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/21a24f49/dms3rep/multi/1728502583371.jpeg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/21a24f49/dms3rep/multi/1728502583371.jpeg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Geo é premiada na AD and Biogas Industry Awards 2024</title>
      <link>https://www.geobiogas.tech/geo-e-premiada-na-ad-and-biogas-industry-awards-2024</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;h3&gt;&#xD;
  
         Evento promovido pela World Biogas Association e pela Associação Britânica (ADBA) traz reconhecimento internacional.
        &#xD;
&lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           No dia 9 de julho de 2024, a Geo Biogás &amp;amp; Carbon teve a honra de ser reconhecida no prestigiado evento global AD and Biogas Industry Awards, promovido pela World Biogas Association e pela Associação Britânica de Digestão Anaeróbia (ADBA). Esta premiação é uma das mais importantes da indústria de biogás, celebrando as inovações e as melhores práticas no setor de biogás em todo o mundo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
            A Geo Bbio gas&amp;amp;carbon se destacou ao ser reconhecida em diversas categorias do evento, solidificando ainda mais sua posição de liderança e excelência no setor de biogás. A empresa foi finalista nas categorias “Melhor Planta de Biogás Abaixo de 1MWe” (com a planta SABESP – Franca), “Melhor Planta de Biogás Acima de 1MWe” (com as plantas Geo Tamboara e Cocal Energia S.A - Cocal, ambas operadas em parceria com a Geo) e “Iniciativas de Micro Digestão Anaeróbia” (com o Biodigestor Sertanejo, desenvolvido pela Diaconia). A Geo Tamboara também recebeu o reconhecimento "Highly Commended", um prestigiado selo que destaca as iniciativas mais inovadoras e impactantes da indústria.
           &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
            A maior conquista da noite foi a vitória na categoria “Melhor Planta de Biogás Acima de 1MWe”, compartilhada com a Cocal Energia S.A. e com a planta Geo Tamboara. Esse prêmio reconhece a importância do projeto Geo Tamboara, um marco da empresa em termos de produção de biogás e biometano, que se destaca pela eficiência e pelo impacto positivo na redução de emissões de gases de efeito estufa, além de contribuir para a geração de energia limpa no Brasil.
           &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
            A Geo expressa sua imensa satisfação com este reconhecimento internacional, reafirmando seu compromisso em continuar inovando e impulsionando práticas sustentáveis que transformam o setor de biogás globalmente. Este prêmio é uma vitória para toda a equipe da empresa e um grande passo para consolidar sua liderança no mercado de energia renovável.
           &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/21a24f49/dms3rep/multi/Imagem_do_WhatsApp_de_2024-07-10_%C3%A0s_20.07.30_715ec3f2.jpg" length="97811" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Tue, 09 Jul 2024 02:00:43 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.geobiogas.tech/geo-e-premiada-na-ad-and-biogas-industry-awards-2024</guid>
      <g-custom:tags type="string">premio,ESG</g-custom:tags>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/21a24f49/dms3rep/multi/Imagem_do_WhatsApp_de_2024-07-10_%C3%A0s_20.07.30_715ec3f2.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/21a24f49/dms3rep/multi/Imagem_do_WhatsApp_de_2024-07-10_%C3%A0s_20.07.30_715ec3f2.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Informação ao Mercado: Geo bio gas&amp;carbon e Mitsui Gás e Energia do Brasil</title>
      <link>https://www.geobiogas.tech/informacao-ao-mercado-geo-bio-gas-carbon-e-mitsui-gas-e-energia-do-brasil</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;h3&gt;&#xD;
  
         Comunicado conjunto Geo bio gas&amp;amp;carbon e Mitsui
        &#xD;
&lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A Mitsui Gás e Energia do Brasil (Mitsui Gás), empresa brasileira participante da distribuição de gás natural, e a Geo bio gas&amp;amp;carbon (Geo), empresa brasileira, com foco no desenvolvimento da produção de hidrocarbonetos verdes e no fornecimento de plataforma tecnológica para a indústria de biogás, uniram-se para constituir a GEOMIT Participações S.A. (GeoMit).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           A GeoMit utilizará estrategicamente os resíduos da cana-de-açúcar para destravar o potencial de energia renovável do Brasil e diversificar o fornecimento doméstico de gás. Ao situar as fábricas perto dos centros de consumo, a GeoMit pretende estabelecer parcerias produtivas com produtores de biomassa e consumidores, promovendo o uso sustentável de resíduos orgânicos.
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           A colaboração entre a vasta experiência da Mitsui Gás em distribuição de gás e a tecnologia de produção de biogás e a experiência operacional em plantas da Geo, resultante do gerenciamento de quatro plantas de biogás no Brasil, garantem a capacidade de geração e fornecimento confiáveis de gás renovável ​durante todo o ano como solução para as mudanças climáticas em conjunto com a diversificação da fonte de energia a partir da perspectiva de segurança energética.
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           A GeoMit busca estratégias de longo prazo e soluções de energia sustentáveis, aproveitando a capacidade do mercado agrícola do Brasil para um futuro mais verde por meio de compromissos da Mitsui Gás e Geo.
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           São Paulo, 10 de abril de 2024
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Mitsui Gás e Energia do Brasil Ltda.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Geo bio gas&amp;amp;carbon
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
            Company Profile
           &#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
            Nome da empresa: GEOMIT Participações S.A.
           &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Localização da sede: São Paulo, Brasil
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Data da Abertura: 2024/03/14
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Sobre: A construção e a operação de plantas que utilizam resíduos de cana-de-açúcar, de produção de gás natural renovável.
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/21a24f49/dms3rep/multi/geo_mit_Mjx42iy.png" length="247597" type="image/png" />
      <pubDate>Wed, 10 Apr 2024 23:46:16 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.geobiogas.tech/informacao-ao-mercado-geo-bio-gas-carbon-e-mitsui-gas-e-energia-do-brasil</guid>
      <g-custom:tags type="string">negocios</g-custom:tags>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/21a24f49/dms3rep/multi/geo_mit_Mjx42iy.png">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/21a24f49/dms3rep/multi/geo_mit_Mjx42iy.png">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Geo publica Relatório de Sustentabilidade 2022/23</title>
      <link>https://www.geobiogas.tech/geo-publica-relatorio-de-sustentabilidade-2022-23</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;h3&gt;&#xD;
  
         Companhia alcançou produção consolidada superior a 87 milhões Nm³ de biogás e 11 milhões Nm³ de biometano.
        &#xD;
&lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A Geo bio gas&amp;amp;carbon divulga nesta quarta-feira (10) o seu Relatório de Sustentabilidade, sobre a sua atuação nos anos de 2022 e 2023. O documento, inspirado nas normas do principal framework de sustentabilidade, a Global Reporting Initiative (GRI), apresenta informações sobre o seu modelo de negócios e principais avanços e desafios nos aspectos Ambiental, Social e de Governança (ESG, em inglês).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
            São apresentados indicadores relacionados aos escritórios de Londrina (PR) e São Paulo, ao Centro de Pesquisas Geo (PR), à planta Geo Elétrica em Tamboara (PR) e à comercializadora e distribuidora Geo Gás. Também são exibidas informações sobre as operações na Raízes Geo Biogás (SP) e na Cocal (SP).
           &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
            Neste relatório, a Geo divulga sua produção total consolidada superior a 87 milhões Nm³ de biogás e 11 milhões Nm³ de biometano. “Em um cenário em que a sustentabilidade desempenha um papel cada vez mais crucial, nossa empresa reafirma seu compromisso de liderar o caminho rumo a um futuro mais sustentável”, afiram Alessandro Gardemann, CEO da Geo.
           &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
            Plataforma tecnológica de hidrocarbonetos verdes, a Geo atua com a produção, comercialização e logística de biogás, biofertilizantes, incluindo os combustíveis avançados: gás de síntese (syngas), metanol, combustível de aviação sustentável (SAF em inglês), biometano, amônia verde, hidrogênio e CO2 biogênico.
           &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
            São soluções que contribuem para a redução das emissões de carbono e a desfossilização do planeta. Como parte dessa jornada, a companhia atualizou sua marca para Geo bio gas&amp;amp;carbon. "Vemos valor agregado no carbono. Usamos a fotossíntese para capturar CO2 da atmosfera de maneira eficiente e transformar por meio de processos biológicos em matéria-prima para combustíveis avançados", comenta Gardemann.
           &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Leia na íntegra o relatório.
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/21a24f49/dms3rep/multi/IMG_4444_2wiGIkZ.jpg" length="144006" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Wed, 10 Apr 2024 01:13:31 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.geobiogas.tech/geo-publica-relatorio-de-sustentabilidade-2022-23</guid>
      <g-custom:tags type="string">ESG</g-custom:tags>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/21a24f49/dms3rep/multi/IMG_4444_2wiGIkZ.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/21a24f49/dms3rep/multi/IMG_4444_2wiGIkZ.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Geo Day 2024: Carbono Verde e Soluções Energéticas</title>
      <link>https://www.geobiogas.tech/geo-day-2024-palestras-e-debates-sobre-rotas-e-solucoes-energeticas-a-partir-do-carbono-verde-marcam-o-evento</link>
      <description>Geo Day 2024: palestras e debates sobre rotas e soluções energéticas a partir do carbono verde marcam o evento</description>
      <content:encoded>&lt;h3&gt;&#xD;
  
         Palestras e debates sobre rotas e soluções energéticas a partir do carbono verde marcam o evento.
        &#xD;
&lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           “O caminho da produção de petróleo sintético verde no Brasil está pronto”. A frase do CEO da Geo bio gas&amp;amp;carbon, Alessandro Gardemann, durante as palestras do terceiro Geo Day, realizado em Indaiatuba, a 100 quilômetros da capital São Paulo, deu o tom dos debates e palestras realizados ao longo da segunda-feira, 26/2, no evento promovido pela empresa para discutir desafios e oportunidades das novas fontes energéticas renováveis a partir do carbono verde.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Gardemann se referiu a estrutura produtiva disponível no Brasil e ao amplo acesso a matérias-primas orgânicas que poderiam ser usadas para substituir os combustíveis fosseis por alternativas similares de origem renovável. Trata-se de uma realidade que já está acontecendo por meio de uma série de iniciativas demonstradas durante as apresentações e palestras realizadas durante o evento.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
            Nesta edição, o GeoDay reuniu especialistas, reguladores e profissionais do setor de bioenergia para discutir tendências e perspectivas de futuro com foco no uso do carbono verde como instrumento da desfossilização da economia. O evento foi dividido em três blocos: inovação, soluções Geo e mercado.
           &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
            Na palestra de abertura, Eduardo Falabella, coordenador da pós-graduação de engenharia química da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro), mostrou o vasto campo a ser explorado para a substituição de fontes fósseis por biocombustíveis. Apresentou as diferentes rotas para o uso de matérias-primas orgânicas como fontes de carbono verde para produção de combustíveis do futuro descarbonizados. “A nova postura mundial reconhece a importância de uma visão ética e sustentável do planeta. Essa mudança torna o uso do carbono verde uma obrigação”, conclui Falabella.
           &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
            Rogério Zampronha, CEO da Prumo Logística, detalhou a visão de futuro do Porto do Açu, empreendimento localizado no litoral fluminense e onde está sendo implantado um hub de transição energética. O executivo apresentou as oportunidades que se abrem com a indústria de baixo carbono e as diferentes soluções logísticas que passam a ser exigidas para transporte dos biocombustíveis e insumos energéticos do carbono verde.
           &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;font&gt;&#xD;
          
             Em 2023, a Geo e a Prumo iniciaram um estudo de viabilidade para instalação de uma planta de geração de biogás no porto-indústria ou em regiões adjacentes. Está sendo avaliada a instalação da fábrica e também o uso da infraestrutura logística de apoio do Açu, incluindo plantas de purificação, produção de biocombustíveis, liquefação e unidade de produção de hidrogênio de baixo carbono.
            &#xD;
        &lt;/font&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
            Durante o painel “Tendências regulatórias e oportunidades para a bioeletricidade”, Fernando Mosna, diretor da Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica), abordou a liderança brasileira na geração de energia limpa, a partir de uma diversificada matriz com fontes hídrica, solar e eólica, além de biomassa e biogás. Para o diretor, a biomassa tem papel essencial na descarbonização da nossa matriz.
           &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
            Giovane Rosa, CEO da Gás Orgânico, apresentou o bioGNL como alternativa para ampliar o transporte do biometano e os desafios para aumentar a escala de aplicações do energético. Outro assunto discutido foi o combustível de aviação sustentável (SAF, na sigla em inglês). A palestra foi conduzida por Amanda Gondim, coordenadora da Rede Brasileira do Bioquerosene e Hidrocarbonetos Sustentáveis para Aviação (RBQAV). Ele apresentou o status atual do marco regulatório e as rotas tecnológicas válidas. A Geo bio gas &amp;amp; carbon está desenvolvendo uma planta de demonstração tecnológica para produção de SAF por meio do biogás, que deve iniciar operações até o final deste ano.
           &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
            João Paulo Mesquita Villela, da área de Inteligência de Mercado de Gás e Energia da Petrobras, falou sobre os desafios para crescimento da cadeia de biometano. Um deles é a logística, já que a malha de gasodutos está concentrada no litoral do país. Para Villela, uma das mensagens é estar atento à produção descentralizada, que pode estar mais próxima de consumidores. Hoje, citou Villela, o Brasil tem 936 plantas de biogás e apenas 27 produzem biometano.
           &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
            Soluções e mercado
           &#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;font&gt;&#xD;
          
             Na segunda parte do evento, foram apresentadas soluções tecnológicas e projetos em andamento da Geo bio gas &amp;amp; carbon com parceiros. Com três usinas em operação e outras quatro unidades em operação, a Geo é uma empresa pioneira no desenvolvimento da cadeia de biogás e do biometano no País. Um dos seus diferenciais é o fato de fazer a biodigestão combinada de resíduos sólidos e líquidos, além de conseguir garantir uma oferta constante do energético, independente da safra. “A gente consegue fazer isso funcionar empregando alto nível de tecnologia e com controle sobre o processo e eficiência operacional”, explicou Guilherme Marangon, engenheiro de processos da Geo.  
            &#xD;
        &lt;/font&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;font&gt;&#xD;
          &lt;br/&gt;&#xD;
        &lt;/font&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;font&gt;&#xD;
          
             Jurandir de Oliveira, diretor Agrícola da Cocal, apresentou o case da usina de Narandiba (SP), a primeira com gasoduto dedicado ao biometano no Brasil. A unidade é uma joint venture da Cocal com a Geo. Oliveira mostrou os diferentes usos que a Cocal faz da cana-de-açúcar e de seus resíduos: produção de etanol, de açúcar, de CO2, de energia elétrica, de levedura seca e de biometano. "A gente acredita muito nesse modelo de economia circular, e a cana nos dá uma contribuição incrível", contou Oliveira. A Cocal produz hoje 33 milhões de metros cúbicos (m3) de biogás; e 9 milhões Nm3 de biometano.
            &#xD;
        &lt;/font&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;font&gt;&#xD;
          &lt;br/&gt;&#xD;
        &lt;/font&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;font&gt;&#xD;
          
             Já Fabio Bearzi, diretor de Inovação da AESA, mostrou os benefícios da parceria com a Geo, que fornece biometano para sua fábrica de peças automotivas no Paraná. A empresa, que trocou o GLP – combustível fóssil – pelo biometano conseguiu evitar a emissão de 733 toneladas de CO2, desde outubro de 2022. A descarbonização da produção tem auxiliado a empresa na atração de novos clientes e na relação com instituições financeiras para obtenção de crédito.
            &#xD;
        &lt;/font&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;font&gt;&#xD;
          
             Segundo maior consumidor de gás natural do Brasil, o setor de cerâmica está prestes a passar por uma grande transformação: substituir o combustível fóssil por biometano no seu processo produtivo. Foi essa a experiência que Benjamin Ferreira Neto, vice-presidente do Conselho de Administração da Anfacer (Associação Nacional dos Fabricantes de Cerâmica para Revestimentos, Louças Sanitárias e Congêneres) e da Aspacer (Associação Paulista das Cerâmicas para Revestimento), e Luís Fernando Quilici, diretor da Aspacer, contaram aos participantes do 3º GeoDAy. A meta é suprir 50% da demanda energética do polo cerâmico do estado de São Paulo até 2030. O projeto começa em 2025 a partir do uso de biometano por 10 plantas industriais. Hoje, o consumo total do setor é de 2 milhões de metros cúbicos/dias de gás natural.
            &#xD;
        &lt;/font&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;font&gt;&#xD;
          &lt;br/&gt;&#xD;
        &lt;/font&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;font&gt;&#xD;
          
             Alexandre Alonso Alves, chefe geral da Embrapa, falou sobre biofertilizantes, a importância desses insumos para o crescimento do agronegócio. Atualmente, a dependência brasileira de fertilizantes chega a 90%.
            &#xD;
        &lt;/font&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           A última parte do evento foi uma mesa com mulheres discutindo “Estratégias de Escalabilidade para um Brasil Renovável”. Na opinião de Leidiane Ferronato Mariani, sócia-fundadora Amplum Biogás, de Maria Eugênia Bonomi Trindade, especialista em Regulação da Arsesp (Agência Reguladora do Estado de São Paulo), e de Tamar Roitman, gerente executiva da ABiogás (Associação Brasileira de Biogás) um dos grandes desafios para o desenvolvimento do biogás e do biometano no Brasil é a definição de uma política pública para introdução desses novos combustíveis na matriz energética. “O governo tem um papel essencial no desenvolvimento de programas que fomentem essa cadeia produtiva”, comentou Tamar.
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/21a24f49/dms3rep/multi/AQF_2397_RJENqPi.jpeg" length="368436" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Mon, 26 Feb 2024 19:20:00 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.geobiogas.tech/geo-day-2024-palestras-e-debates-sobre-rotas-e-solucoes-energeticas-a-partir-do-carbono-verde-marcam-o-evento</guid>
      <g-custom:tags type="string">eventos,geoday</g-custom:tags>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/21a24f49/dms3rep/multi/AQF_2397_RJENqPi.jpeg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/21a24f49/dms3rep/multi/AQF_2397_RJENqPi.jpeg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Geo presente como painelista na COP28 em Dubai</title>
      <link>https://www.geobiogas.tech/geo-presente-como-painelista-na-cop28-em-dubai</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;h3&gt;&#xD;
  
         Projeto inédito do setor cerâmico brasileiro para uso de biometano foi apresentado na COP 28
        &#xD;
&lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Projeto inédito para o uso do biometano pela indústria brasileira de revestimento cerâmico, com a meta de suprir 50% da demanda energética do polo do estado de São Paulo até 2030, foi apresentado, na COP 28 (Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas), no último domingo, dia 03 de dezembro, em Dubai, nos Emirados Árabes. O case foi abordado no painel “Desfossilização a partir da economia circular: a contribuição do biogás para a transição energética no Sul Global”.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O setor cerâmico brasileiro sempre esteve à frente nas questões de sustentabilidade, sendo reconhecido como produtor de uma das cerâmicas mais verdes do mundo. O programa de substituição do gás natural pelo biometano, com o combustível para os fornos das indústrias brasileiras é mais uma etapa nesta trajetória, sendo objeto de acordo, em março de 2023, entre os setores cerâmico e sucroenergético. O ato ocorreu em Santa Gertrudes, no interior do Estado de São Paulo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Inicialmente, o projeto-piloto entrará em operação em 2025, contemplando dez plantas consumidoras do polo fabril localizado no entorno desse município. Nacionalmente, poderá abastecer também as fábricas de Santa Catarina e do Nordeste, além de outros segmentos que poderão aderir à jornadade transição energética utilizando-se do mesmo modelo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           São signatárias do acordo as seguintes entidades: Anfacer (Associação Nacional dos Fabricantes de Cerâmica para Revestimentos, Louças Sanitárias e Congêneres); APLA (Arranjo Produtivo Local do Álcool), parceiro tecnológico no projeto; Aspacer (Associação Paulista das Cerâmicas para Revestimento) e Sindiceram (Sindicato das Indústrias de Cerâmica - Criciúma). Há, ainda, participação da empresa Geo bio gas&amp;amp;carbon e do Senai Nacional.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O projeto foi apresentado na COP28 por Benjamin Ferreira Neto, vice-presidente do Conselho de Administração da Anfacer e da Aspacer;  Flávio Castellari, diretor-executivo do APLA; Isabela Bolonhesi, head de Meio Ambiente, Sustentabilidade e ESG da Geo bio gas&amp;amp;carbon; e  Eduardo de Miranda, diretor de Negócios e Empreendedorismo do Parque Tecnológico Itaipu (PTI), com mediação de Luciana Furtado, analista de Gerência do Agronegócio da ApexBrasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O programa evidencia o potencial do Brasil para a produção e uso de biogás. Segundo a Abiogás (Associação Brasileira de Biogás), o País deverá atingir a produção de 30 milhões de Nm³/dia (metro cúbico normal por dia) de biogás até 2030. Tal volume poderá atender parte da demanda brasileira atualmente suprida pelo diesel, em torno de150 milhões de Nm³/dia. Já estão estabelecidas seis plantas autorizadas pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) a operar, com capacidade de aproximadamente 450 mil Nm³/dia. Hoje, a capacidade de produção ainda é inferior a 2% do potencial.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
            Nova etapa na redução da pegada de carbono
           &#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A Anfacer já havia participado da COP26, em Glasgow, na Escócia, apresentando projeto setorial de preservação do meio ambiente. “Estamos contentes em voltar à Conferência da ONU, agora com um projeto pioneiro ‘made in Brazil’. A transição da matriz energética promoverá a sustentabilidade e reduzirá ainda mais nossa pegada de carbono, ao tempo que processa o combustível do biogás a partir de resíduos orgânicos das usinas de açúcar e álcool. É o chamado pré-sal caipira, do Brasil para o mundo”, salienta Benjamin Ferreira Neto.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ele abordou o uso paulatino do biometano nos fornos das indústrias cerâmicas, sempre engajadas na busca em ampliar o grau de sustentabilidade social e econômica, com respeito ao meio ambiente. “Importante lembrar que, em uma década, nosso setor, protagonista no mercado global e que produz uma das cerâmicas mais verdes do mundo, evitou a emissão de 4,6 milhões de toneladas de dióxido de carbono na atmosfera, com a adoção do gás natural. Agora, com o biometano, podemos ampliar esse avanço e contribuir para o debate global de descarbonização”, completa.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Flávio Castellari, diretor-executivo do APLA, exalta a decisão do governo brasileiro de reconhecer o pioneirismo do case na conferência do clima. Também reitera a união bem-sucedida dos setores para discutir a transição energética, planejar e mostrar ao mundo que existe no mercado para novas soluções.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           “Nossa parceria foi muito importante porque criou um mercado superior a um milhão de metros cúbicos de biogás por dia, mostrando a confiança que a indústria cerâmica depositou na tecnologia e produção, com condições de atender em grande escala. É um projeto que pode ser decentralizado. Onde houver usina, conseguimos produzir o biogás e distribuí-lo. Estamos começando a trabalhar em outros polos de cerâmica, não apenas em Santa Gertrudes. Queremos mostrar ao mundo que projetos como o nosso são escalonáveis e replicáveis, já que existem mais de 100 países que trabalham a cana-de-açúcar em grande escala”, afirma Castellari.
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           O programa demonstra na prática que é possível usar os resíduos da cana-de-açúcar, com tecnologia de ponta e aprovada, para produzir biogás em grande escala. A integração multidisciplinar dos players é exemplo de que, quando existe diálogo e planejamento, a transição energética é factível e encontra no Brasil um celeiro de oportunidades para novos negócios.
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Na avaliação de Alessandro Gardemann, CEO da Geo bio gas&amp;amp;carbon, o projeto de biometano na indústria cerâmica é um marco na transição da indústria brasileira para uma economia de baixo carbono. “O setor sempre foi parceiro da transformação energética no nosso país. Essa iniciativa eleva sua competitividade, colocando-o em consonância com normas internacionais e abrindo portas para que outros segmentos industriais também adotem soluções que agreguem valor e descarbonizem sua produção”. Para Gardemann, além de encorajar a economia circular e reduzir o impacto de emissões de gases de efeito estufa, ouso de biometano pela indústria e a união dos hubs sucroenergético e de cerâmica reforçam o protagonismo do Brasil no uso de biocombustíveis.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
            É possível assistir ao painel no canal da Apex Brasil, no YouTube, no link:
           &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
      &lt;a href="https://www.youtube.com/watch?v=yg6HO02DeVk" target="_blank"&gt;&#xD;
        &lt;font&gt;&#xD;
          
             https://www.youtube.com/watch?v=yg6HO02DeVk
            &#xD;
        &lt;/font&gt;&#xD;
      &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/21a24f49/dms3rep/multi/IMG_7147.jpg" length="369043" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Mon, 04 Dec 2023 23:53:36 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.geobiogas.tech/geo-presente-como-painelista-na-cop28-em-dubai</guid>
      <g-custom:tags type="string">COP,ESG,eventos</g-custom:tags>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/21a24f49/dms3rep/multi/656f3e5bdb70696ea94f0fb1_foto_cop_3.png">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/21a24f49/dms3rep/multi/IMG_7147.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Maersk fecha primeiro acordo de fornecimento de metanol verde em grande escala</title>
      <link>https://www.geobiogas.tech/maersk-fecha-primeiro-acordo-de-fornecimento-de-metanol-verde-em-grande-escala</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A transportadora dinamarquesa Maersk anunciou nesta quarta (22/11) que firmou com a chinesa Goldwind o primeiro contrato em larga escala da indústria de navegação para a aquisição de metanol verde.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
            O acordo prevê o fornecimento de 500 mil toneladas do combustível a base de hidrogênio renovável para abastecer as 12 primeiras embarcações de grande porte da Maersk habilitadas para metanol. Os primeiros volumes são esperados em 2026.
           &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
            Este ano, a companhia recebeu seu primeiro navio porta-contêiner preparado para navegar com metanol verde. A embarcação com motor bicombustível foi construída pelo estaleiro Hyundai Mipo, em Ulsan, na Coreia do Sul e fez sua viagem inaugural em direção ao porto de Copenhagen, na Dinamarca, no início de setembro.
           &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
            Com meta de atingir zero emissões líquidas em 2040 em todos os seus negócios, a companhia pretende transportar um mínimo de 25% da carga marítima utilizando combustíveis verdes até 2030, em comparação com uma base de referência de 2020.
           &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
            Para isso, está firmando contratos de fornecimento com produtores ao redor do mundo, em uma estratégia que busca reduzir riscos de fornecimento --- o metanol verde ainda não é produzido em escala e é mais caro que o combustível marítimo convencional.
           &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           "O acordo reduz significativamente os riscos iniciais da jornada para o zero líquido da Maersk e apoia as expectativas de um mercado competitivo de metanol verde até 2030. Os volumes recordes podem impulsionar anualmente mais da metade da capacidade atualmente encomendada pela Maersk", explica Rabab Raafat Boulos, diretora de Infraestrutura na Maersk.
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           De acordo com a Goldwind, os volumes contratados incluem uma mistura de metanol verde de biomassa e e-metanol, todos produzidos utilizando energia eólica em uma nova instalação de produção na Liga de Hinggan, no nordeste da China, cerca de 1000 km a nordeste de Pequim. A produção deve começar em 2026.
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           "Após este acordo de compra assinado, a Goldwind espera confirmar uma decisão final de investimento para a instalação até o final do ano. Estamos incentivados pelo acordo, pois sua escala e preço confirmam nossa visão de que o metanol verde atualmente é a solução de baixas emissões mais viável para o transporte marítimo que pode ter um impacto significativo nesta década", conta Wu Gang, presidente da Goldwind.
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Fonte: Agência epbr e UDOP
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/21a24f49/dms3rep/multi/navio_01.jpg" length="45126" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Thu, 23 Nov 2023 17:35:05 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.geobiogas.tech/maersk-fecha-primeiro-acordo-de-fornecimento-de-metanol-verde-em-grande-escala</guid>
      <g-custom:tags type="string">oculta</g-custom:tags>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/21a24f49/dms3rep/multi/navio_01.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/21a24f49/dms3rep/multi/navio_01.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Geo e Prumo fecham parceria para planta de biogás</title>
      <link>https://www.geobiogas.tech/geo-e-prumo-fecham-parceria-para-planta-de-biogas</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;h3&gt;&#xD;
  
         Fábrica pode ser instalada no Porto do Açu ou em regiões adjacentes para atender empresas do complexo portuário
        &#xD;
&lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
            A Geo bio gas&amp;amp;carbon, líder no desenvolvimento da cadeia de biogás no Brasil, e a Prumo, holding responsável por desenvolver o Porto do Açu, anunciaram uma parceria para a realização de um estudo de viabilidade para potencial instalação de uma planta de geração de biogás no porto-indústria ou em regiões adjacentes. Pelos termos do Memorando de Entendimentos (MOU), será avaliada a instalação da fábrica e também o uso da infraestrutura logística de apoio do Açu, incluindo plantas de purificação, produção de biocombustíveis, liquefação e unidade de produção de hidrogênio de baixo carbono.  
           &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A unidade será a primeira dedicada à produção de biogás no Açu e o objetivo é que o biogás possa atender as empresas instaladas no complexo portuário. Com tecnologia proprietária da Geo bio gas&amp;amp;carbon, a planta em estudo terá capacidade de produção de 200 mil m³/dia de biometano.  
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           As discussões em curso para a conexão do Porto do Açu com a malha de gasodutos doméstico, através da NTS ou da TAG, constituem fator importante para a constituição da parceria já que há a possibilidade de escoamento do biogás através destas rotas futuras. Os estudos devem ser desenvolvidos por até dois anos até a decisão de investimento.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Para Alessandro Gardemann, CEO da Geo bio gas&amp;amp;carbon, “a possibilidade desta nova planta é a materialização do plano anunciado ao mercado com foco na expansão em negócios renováveis, permitindo a descarbonização  em indústrias de difícil redução de emissão, como transporte marítimo, mineração e aço verde”. A Geo possui três usinas em operação e cinco em implantação, chegando em 2024 com pelo menos oito grandes operações de produção de biogás e/ou biometano.  
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           “A localização do Porto do Açu facilitará o escoamento dos produtos gerados a partir do biogás, como o biometano, para a principal região consumidora do país, o Sudeste. A estratégia de negócios da Prumo é fazer deste porto a melhor plataforma para projetos de energias renováveis no país, promovendo a industrialização de baixo carbono. A partir do gás gerado através da biomassa, podem surgir produtos derivados, como biometano e SAF, que estão no nosso radar, e também para consumo industrial de outras plantas já instaladas e em estudo no Açu”, projeta Mauro Andrade, diretor de desenvolvimento de negócios da Prumo. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/21a24f49/dms3rep/multi/Geo_Prumo_parceria.jpeg" length="146952" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Thu, 31 Aug 2023 00:57:26 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.geobiogas.tech/geo-e-prumo-fecham-parceria-para-planta-de-biogas</guid>
      <g-custom:tags type="string">negocios</g-custom:tags>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/21a24f49/dms3rep/multi/Geo_Prumo_parceria.jpeg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/21a24f49/dms3rep/multi/Geo_Prumo_parceria.jpeg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Geo participa do 1º Bioenova</title>
      <link>https://www.geobiogas.tech/geo-participa-do-1-bioenova</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;h3&gt;&#xD;
  
         Geo participa do 1º Encontro Nacional de Inovação das Indústrias de Bioenergia (Bioenova)
        &#xD;
&lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Nos dias 24 e 25 de agosto, ocorreu o 1º Encontro Nacional de Inovação das Indústrias de Bioenergia (Bioenova), um marco para esse setor. Realizado em Cuiabá (MT), o evento reuniu representantes e especialistas dessa indústria para discutir inovações que impulsionam a transição energética.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
            Nosso CEO,  Alessandro Gardemann, compartilhou sua visão no painel “Tecnologia e Inovação a Favor da Transição Energética”, e Dante Cobucci, nosso diretor Comercial, trouxe insights valiosos ao participar do painel “Novas Tecnologias para Redução da Pegada de Carbono”.
           &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
            Terceiro maior produtor de biocombustível do país, o Mato Grosso se prepara para estar no seleto grupo dos estados brasileiros que produzem biogás e biometano, fontes de energia renovável produzidas a partir de resíduos orgânicos. 
           &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
            Em 2024, deve entrar em operação a primeira usina no estado de produção de biogás e de biometano. Instalada em Nova Olímpia, a planta terá capacidade para gerar 5MW de energia elétrica e 31.200 Nm³/d de biometano. A unidade vai utilizar a vinhaça e a torta de filtro, resíduos orgânicos derivados do processo de produção de açúcar e etanol, para produção das fontes energéticas.
           &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
            A planta que está sendo implantada no Mato Grosso é resultado de uma parceria entre a uisa e a Geo Bio Gás &amp;amp; Carbon. Com  40 anos de história, a uisa é uma das maiores biorrefinarias do Brasil, transforma matérias-primas renováveis e seus resíduos em bioenergia, alimentos, fertilizantes orgânicos e ingredientes para nutrição humana e animal. Líder no desenvolvimento da cadeia de biogás no Brasil, a Geo transforma resíduos orgânicos em energia elétrica limpa e combustíveis avançados.
           &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/21a24f49/dms3rep/multi/BioEnova_imagem1.jpeg" length="216790" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Sat, 26 Aug 2023 01:00:19 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.geobiogas.tech/geo-participa-do-1-bioenova</guid>
      <g-custom:tags type="string">negocios</g-custom:tags>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/21a24f49/dms3rep/multi/BioEnova_imagem1.jpeg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/21a24f49/dms3rep/multi/BioEnova_imagem1.jpeg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Porto do Açu mira biomassa de cana para produção de metanol verde</title>
      <link>https://www.geobiogas.tech/porto-do-acu-mira-biomassa-de-cana-para-producao-de-metanol-verde</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;font&gt;&#xD;
          
             A Prumo assinou um memorando de entendimento para viabilizar a produção de metanol verde a partir do biogás no Porto do Açu em São João da Barra (RJ), segundo o CEO da companhia, Rogério Zampronha. O parceiro ainda não foi divulgado. 
            &#xD;
        &lt;/font&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            O projeto vai aproveitar o potencial para geração de biomassa a partir da cana-de-açúcar no norte fluminense, onde o porto está localizado, para produzir o biometano.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Esse processo tem como subproduto o carbono, que pode ser combinado com o hidrogênio para a geração do metanol. O produto é considerado verde já que as emissões são absorvidas ao longo da cadeia da biomassa.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           "Estamos desenhando duas rotas em paralelo: a do elétron e a da biomassa, que se complementam", disse Zampronha a jornalistas durante o ESG Energy Forum promovido pelo Instituto Brasileiro do Petróleo e do Gás (IBP), no Rio.
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
            "Da biomassa, sai o combustível para a aviação (o SAF), o biometano, o biogás, e também o carbono para se unir ao hidrogênio verde e produzir o metanol verde", completa.
           &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
            O metanol desponta como uma possível solução para a descarbonização dos combustíveis marítimos. Hoje, o transporte marítimo responde por cerca de 3% das emissões de gases de efeito estufa (GEE).
           &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
            A Prumo tem uma série de acordos assinados para avaliar a produção de hidrogênio verde no Açu. Os compromissos foram firmados com Casa dos Ventos, Comerc Eficiência, Shell, Neoenergia e EDF Renewables.
           &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
            Até o momento, o projeto mais avançado é o da Shell, que está construindo uma planta-piloto no porto a partir dos recursos da cláusula de Pesquisa, Desenvolvimento &amp;amp; Inovação (PD&amp;amp;I) da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).
           &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Com informações da EPBR/Gabriela Ruddy
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Fonte: RPA News e UDOP
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/21a24f49/dms3rep/multi/canavial_7.jpg" length="129596" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Mon, 26 Jun 2023 17:27:14 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.geobiogas.tech/porto-do-acu-mira-biomassa-de-cana-para-producao-de-metanol-verde</guid>
      <g-custom:tags type="string">oculta</g-custom:tags>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/21a24f49/dms3rep/multi/canavial_7.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/21a24f49/dms3rep/multi/canavial_7.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Geo recebe prêmio ECO da Amcham  2022</title>
      <link>https://www.geobiogas.tech/geo-recebe-premio-eco-da-amcham-2022</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;h3&gt;&#xD;
  
         Geo foi premiada na categoria "Práticas de Sustentabilidade em Produtos ou Serviços".
        &#xD;
&lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Geo foi reconhecida com o Prêmio ECO, concedido pela Amcham Brasil, destacando-se por seu compromisso com práticas sustentáveis e inovação no setor de energia renovável.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
            Criado em 1982, o Prêmio ECO é uma das mais tradicionais premiações brasileiras, celebrando empresas que demonstram responsabilidade socioambiental e promovem práticas de sustentabilidade em seus processos e produtos. A premiação, com ênfase em iniciativas que impactam positivamente o meio ambiente e a sociedade, se tornou um importante selo de excelência no país.
           &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
            A Geo Biogás &amp;amp; Tech recebeu o prêmio na categoria “Práticas de Sustentabilidade em Produtos ou Serviços” pelo seu projeto de ampliação da geração de biogás e biometano a partir de resíduos da cana-de-açúcar. Essa iniciativa, que integra a economia circular e promove a geração de energia limpa, tem como objetivo não apenas a produção de eletricidade, mas também o uso do biometano como combustível renovável para tratores e caminhões. Com isso, a Geo contribui diretamente para a segurança energética, redução das emissões de gases de efeito estufa e o desenvolvimento de soluções sustentáveis para o setor agroindustrial.
           &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
            Em seu discurso, Alessandro Gardemann, CEO da Geo Biogás &amp;amp; Tech, ressaltou a relevância do projeto: "Cada unidade agroindustrial é uma potencial geradora de biogás e biometano, insumos energéticos limpos, renováveis e de fácil acesso. Eles têm desempenhado um papel fundamental na descarbonização de processos produtivos e no transporte, impulsionando a transição para uma economia mais verde e sustentável."
           &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
            Este reconhecimento solidifica o papel da Geo Biogás &amp;amp; Tech como líder em soluções de energia renovável no Brasil, reforçando sua contínua busca por inovação, sustentabilidade e eficiência no setor de biogás e biometano. A premiação destaca o compromisso da empresa em transformar resíduos em energia limpa, contribuindo para um futuro mais sustentável e para a redução das emissões no Brasil.
           &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/21a24f49/dms3rep/multi/premio-eco2022-foto005-532596f9.jpg" length="169507" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Thu, 28 Jul 2022 01:45:25 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.geobiogas.tech/geo-recebe-premio-eco-da-amcham-2022</guid>
      <g-custom:tags type="string">premio,ESG</g-custom:tags>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/21a24f49/dms3rep/multi/premio-eco2022-foto005-532596f9.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/21a24f49/dms3rep/multi/premio-eco2022-foto005-532596f9.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
  </channel>
</rss>
